Como alugar uma vélo, para relaxar depois de um passeio

Paris tem 700 quilômetros de pistas para ciclistas e planeja, até 2020, chegar a 1,4 mil quilômetros, de acordo com informações do ofício de turismo. É bastante comum locomover-se sobre duas rodas por aqui, nas ruas e espaços públicos, dentre os quais as calçadas às margens do Rio Sena.

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O poder público estimula a prática por ser um transporte mais barato e ecológico. Atualmente, 3% dos franceses fazem seus deslocamentos com bicicleta, índice baixo se comparado com países como a Holanda (26%), onde a cultura ciclística está mais arraigada. A meta é aumentar, até 2024, o percentual francês para 9%.

Estão previstos investimentos de 350 milhões de euros, que serão usados na segurança, construção, ampliação e interligação de pistas em toda a França.

Depois de um agradável passeio a pé por Paris, para conhecer bem a cidade, você ainda tem fôlego para pedalar no fim do dia? Alugar uma bicicleta aqui não é um bicho de sete cabeças, porém requer cuidados.

As Vélib’ (vélo en libre-service, em francês) são aquelas bicicletas encontradas em diversos pontos da cidade, em estacionamentos próprios. O serviço pode ser contratado no site oficial http://www.velib-metropole.fr ou, diretamente, em um dos 800 pontos Vélib’ espalhados pela cidade.

O pagamento pelo uso de uma ou mais bicicletas é feito por cartão de crédito, que, no caso dos estrangeiros, precisa ser internacional. Há dois tipos de planos, para uso de curta duração, um de um dia e outro de uma semana.

Estão disponíveis para locação 10 mil bicicletas, entre convencionais e elétricas.

O usuário paga uma taxa para ter um código de acesso e receber uma senha; paga pelo tempo de uso da bicicleta, o que é tarifado a cada meia-hora; e ainda confia uma caução, que só será usada em caso de dano, mau uso do sistema, ou não entrega da bicicleta num de seus pontos autorizados previstos no mapa do site.

Para acessar uma bicicleta convencional, são 5 euros para acesso por um dia, os primeiros 30 minutos são gratuitos e, depois, 1 euro a cada 30 minutos. Para as elétricas, o acesso também é de 5 euros, não há gratuidade na primeira meia-hora, e o custo é de 2 euros cada 30 minutos. Ou seja, um passeio de pouco mais de duas horas, com uma bicicleta convencional, custará em média dez euros. Se for elétrica, 15 euros. A caução é de 300 euros.

Ah, e quando estiver pedalando, bom senso: velocidade moderada, atenção redobrada quando o fluxo de pessoas é mais intenso e menos buzina. Às margens do Sena, por exemplo, a regra de boa convivência é partager os espaços.

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